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sábado, 13 de setembro de 2014

Alimentos que podem matar seu cachorro


Quem tem um cachorro sabe que é muito difícil de resistir àquele olhar de pidão, clemente por um pedacinho de qualquer coisa que estamos comendo. Ficamos comovidos e acabamos oferecendo aos nossos pets os mais variados alimentos, cedendo aos caprichos dos bichanos. No entanto, não pense que essa atitude é inofensiva. Na verdade, certos alimentos podem fazer mal aos bichinhos, chegando a causar-lhes doenças. Conheça quais são os alimentos que não devemos dar aos cães:


CHOCOLATE

Para nós, o chocolate é uma criação dos deuses, mas para os cães pode ser fatal. Isso porque o chocolate contém teobromina, substância parecida com a cafeína. Até pequenas quantidades de chocolate podem provocar nos cães vômito, diarreia, sede excessiva, além de tremores, convulsões, alteração nos batimentos cardíacos, alergias e intoxicação.

BEBIDAS ALCOÓLICAS


Parece engraçado dar um pouco de cerveja ou caipirinha para seu cachorro lamber (acredite, muitas pessoas se divertem fazendo isso!). Contudo, as bebidas alcoólicas, assim como o chocolate, provocam vômitos, diarreia, alterações no sistema nervoso central, problemas de coordenação, dificuldade respiratória, coma e até a morte. Além disso, quanto menor o cão, maior o efeito. Portanto, nada de embriagar seu cachorrinho.

ALHO E CEBOLA


Tanto o alho quanto a cebola causam a destruição de células vermelhas no sangue dos cães, levando-os à anemia. Além disso, em grandes quantidades, o alho e a cebola provocam intoxicação, fazendo os cachorros apresentarem sintomas como fraqueza, vômitos, apatia, falta de apetite e de ar.

DOCES E COMIDAS AÇUCARADAS

Alguns especialista afirmam que o açúcar é a nova droga da modernidade, causando diversos danos à saúde. Eis pois que com os cães não seria diferente. Na realidade, pode ser até pior. Os doces possuem o xilitol, substância responsável pelo aumento da insulina que circula no corpo do cachorro, podendo levá-lo à insuficiência hepática. Com a ingestão de açúcar, seu cachorro pode ter vômitos, letargia e perda de coordenação e convulsões.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Lagosta Gigante

Poseidon foi o nome que deram a uma lagosta gigante, capturada por um barco de pesca em águas britânicas, a uma profundidade de mais de 200 metros.

O exemplar  é cinco vezes maior do que outros animais de sua espécie e pesa quase cinco quilos!
Poseidon teve sorte e escapou de ir para a panela;  foi encaminhado ao Blue Reef Aquarium, em Newquay, Inglaterra, onde ficará exposto e curtirá uma vida tranqüila.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Os dentes de ratos crescem sempre?


A característica principal do grupo dos roedores é exatamente o crescimento contínuo dos dentes, desgastados na medida em que o animal os utiliza. Os ratos comuns possuem dois pares de dentes incisivos bem desenvolvidos, essenciais para sua sobrevivência. Não possuem caninos, mas têm molares que ajudam na trituração do alimento.

Não só o rato, mas o camundongo, a capivara, o esquilo, a marmota e outros roedores possuem dentes reforçados por esmalte e dentina, um tecido diferenciado e resistente que garante o crescimento do osso.

Essa propriedade dos ratos é uma qualidade adaptativa, adquirida durante o processo evolutivo. Ela pode ser usada para diferentes funções, como cortar, fatiar, cavar, raspar, ferir, alavancar objetos ou como um delicado par de pinças.

E não são só os dentes dos ratos que não param de crescer. Segundo a bióloga Louise Emmons, do Instituto Smithsonian, por causa da capacidade de sobrevivência e a facilidade de reprodução, mais da metade das espécies de mamíferos são roedores e há ainda muitas a serem descobertas.

Fonte: Fernando Lima, Departamento de Recursos Naturais - Unesp

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Tempo de Gestação dos Animais

GESTAÇÃO

ANTA: 390 dias.
BALEIA: 365 A 547 dias.
BURRO: 330 dias.
CABRA: 151 dias.
CACHORRO: 63 dias.
CAMELO: 406 dias.
CAVALO: 330 dias.
CHIMPANZÉ: 237 dias.
COELHO: 30 dias.
ELEFANTE INDIANO: 624 dias.
ESQUILO: 44 dias.
GATO: 63 dias.
GIRAFA: 425 dias.
HIPOPÓTAMO: 240 dias.
LEÃO: 100 dias.
LEÃO-MARINHO: 350 dias.
LEOPARDO: 98 dias.
LOBO: 63 dias.
MACACO: 164 dias.
PORCO: 112 dias.
RAPOSA: 52 dias.
RATO: 19 dias.
RINOCERONTE: 560 dias.
TIGRE: 105 dias.
URSO POLAR: 240 dias.
URSO PRETO: 219 dias.
VACA: 284 dias.
VEADO: 201 dias.
ZEBRA: 365 dias.


INCUBAÇÃO

ALBATROZ: 79 dias.
AVESTRUZ: 42 dias.
CISNE: 30 dias.
FAISÃO: 22 dias.
FALCÃO: 29 dias.
GALINHA: 22 dias.
GANSO: 30 dias.
JACARÉ: 61 dias.
PATO: 28 dias.
PERU: 26 dias.
PINGÜIM: 63 dias.
POMBO: 18 dias.
TARTARUGA-DO-MAR: 55 dias.

Fonte: Portal das Curiosidades

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Borboleta transparente



Esta linda borboleta da imagem é da espécie Greta oto predominante das montanhas da América Central. O tecido de suas asas possue uma transparência que se parece com vidro, causando um belo efeito e também não deixa de ser uma mecanismo de camuflagem.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Como se produz a luz do vaga-lume?


O vaga-lume é um inseto coleóptero que possui emissões luminosas devido aos órgãos fosforescentes localizados na parte inferior do abdômen. Essas emissões luminosas são chamadas de bioluminescência e acontecem devido a reações químicas onde a luciferina é oxidada pelo oxigênio nuclear produzindo oxiluciferina que perde energia fazendo com que o inseto emita luz.

Outro fator que impulsiona emissões luminosas é o de chamar atenção de seu parceiro ou parceira. O macho emite sua luz avisando que está se aproximando enquanto a fêmea pousada em determinado local, emite sua luz para avisar onde está.

Na reação química, cerca de 95% aproximadamente da energia produzida transforma-se em luz e somente 5% aproximadamente se transforma em calor. O tecido que emite a luz é ligado na traquéia e no cérebro dando ao inseto total controle sobre sua luz.

Infelizmente, os vaga-lumes estão ameaçados pela forte iluminação das cidades, pois quando entram em contato com essa forte iluminação, sua bioluminescência é anulada interferindo fortemente na reprodução podendo até serem extintos.

BrasilEscola