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sábado, 11 de abril de 2015

Arquimedes e o Início da Ciência

“Aquele que tentou e não conseguiu é superior àquele que nada tentou”. (Arquimedes)

No começo da ciência, as contribuições de Arquimedes  foram de extrema importância para a matemática, astronomia, física e engenharia. Entre suas descobertas matemáticas estão os principais teoremas sobre a geometria dos círculos, cones, cilindros, planos, esferas e parábolas.


No campo da astronomia, Arquimedes elaborou um mapeamento esférico em três dimensões do céu. Fora isso, seus estudos sobre física foram relacionados a dispositivos como a alavanca, a polia e o parafuso. Este último ficou conhecido como O Parafuso de Arquimedes, que servia como uma bomba rotatória para enviar água e irrigar córregos.

Eureka!

Uma de suas maiores contribuições para a ciência foi a invenção da hidrostática, parte da física que estuda os líquidos e os gases em repouso sob ação de um campo gravitacional constante. A famosa história desta descoberta ocorreu quando Arquimedes estava sentado em sua banheira. Foi quando ele concluiu que todo corpo, quando mergulhado em um fluído (em forma líquida ou gasosa) sofre, por parte deste fluído, uma força vertical para cima, que tem a mesma intensidade do peso do fluido deslocado pelo corpo.

Dados e curiosidades sobre a vida de Arquimedes

Arquimedes nasceu em Siracusa, na Sícilia, no ano de 287 a.C. Ele é considerado até hoje um dos maiores matemáticos que viveram antes do Renascimento e suas inúmeras contribuições ao campo científico ainda são utilizadas. No período em que Alexandria era o cerne do conhecimento, Arquimedes frequentou a Universidade de Alexandria junto a Conon de Samos, um astrônomo e matemático grego.

Além das contribuições científicas, Arquimedes também foi inventor de armas bélicas. De acordo com alguns historiadores, na época em que o exército romano iniciou os ataques à Siracusa, Arquimedes projetou diversas armas para que a cidade fosse defendida. Entre estas invenções, estão as catapultas e os espelhos que refletiam o Sol causando incêndios em bases inimigas.

Mesmo com a ajuda de Arquimedes, os romanos invadiram Siracusa em 216 a.C. Existiam ordens para que o matemático fosse poupado, mas isso não ocorreu. Ao gritar com um soldado romano que havia lhe interrompido durante alguns cálculos, acabou sendo morto.

Entre as obras que Arquimedes deixou como legados estão: Equilíbrios Planos, na qual fundamenta a lei da alavanca, Sobre a Esfera e o Cilindro, em que utilizou um método conhecido como exaustão para determinar a superfície de uma esfera estabelecer a relação entre uma esfera e o cilindro nela circunscrito.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Nasa anuncia oceanos pararam de esquentar

Nasa anuncia que águas profundas dos oceanos pararam de esquentar



A temperatura média das águas frias dos oceanos parou de aumentar desde 2005, o que traz novos questionamentos aos cientistas sobre por que o aquecimento global parece ter diminuído nos últimos anos, apesar do aumento das emissões de gases causadores de efeito estufa.

Uma das principais hipóteses apresentadas até agora para explicar este paradoxo é que o calor acumulado pelos oceanos desceu a grandes profundidades.

Os cientistas da Nasa, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) em Pasadena (Califórnia, oeste), analisaram a temperatura dos oceanos entre 2005 e 2013, com base em medições realizadas com satélites e diretamente em águas oceânicas, com 3.000 boias distribuídas por todo o mundo.
"Descobriram que sob os 1.995 metros praticamente não houve mudanças de temperatura durante este período", destacaram no trabalho publicado na revista britânica Nature.
Apesar disso, "o nível dos oceanos continuou subindo", principalmente devido ao degelo no Polo Norte e na Groenlândia, destacou Josh Willis, da missão JPL e co-autor da pesquisa.
No entanto, o especialista considera o fenômeno inexplicável não põe em dúvida a realidade do aquecimento global. "Estamos apenas tentando entender este mecanismo", acrescentou.
No século XXI, os gases de efeito estufa, entre eles o dióxido de carbono (CO2) produzido pela queima de combustíveis fósseis, continuaram se acumulando na atmosfera, como aconteceu no século anterior.
A temperatura das águas superficiais nos oceanos (até 700 metros de profundidade) continua aumentando, mas não muito rapidamente.
Um estudo publicado em 21 de agosto na revista Science já tinha mencionado essa tese, destacando que uma corrente cíclica que se desloca lentamente no Atlântico e transporta o calor entre os polos, ganhou intensidade no começo do século XXI, fazendo com que o calor seja absorvido pelas águas a 1.500 metros de profundidade.

Fonte:noticias.yahoo.com

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Segunda temporada de “Tyrant”


Fãs de “Tyrant”, série de política que é exibida pelo canal fechado FX podem ficar tranquilos. O canal anunciou que a segunda temporada deve ser exibida durante o primeiro semestre de 2015 e será composta por 13 episódios. A série gira em torno de Barry (Adam Rayner), filho de um ditador do Oriente Médio que foi exilado e mandado para os EUA, mas está sendo forçado a voltar às origens, sofrendo grandes choques culturais.


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Robôs dominarão a raça humana no futuro?


Há muito tempo atrás, ninguém acreditaria que, um dia, as máquinas poderiam controlar os seres humanos. Mas atualmente, após tantos filmes mostrando as possibilidades do domínio absoluto da tecnologia, começamos a ter receio de uma revolução dos robôs. Pesquisadores discutem sobre os caminhos que as máquinas percorrerão e dizem que nossa relação com elas provavelmente será amigável. Mas esse “provavelmente” aí incomoda…

Existe realmente uma série de condições que podem criar uma situação na qual esses seres mecânicos poderiam nos exterminar. Primeiramente, consideremos a visão otimista que as máquinas sempre atuarão como nossas serviçais. Para que isso aconteça, a solução, evidentemente, seria não inventar sistemas que possam ser tão perigosos a ponto de poder ficar fora do controle humano.
Algo parecido com a Skynet  (aquele sistema de defesa computadorizado de “O Exterminador do Futuro”, que resolve destruir a humanidade), já é possível. Mas aí vem a pergunta: por que ainda não foi criado? A resposta é: porque nações com armas nucleares, como os Estados Unidos, não querem transferir para computadores a responsabilidade de disparar mísseis nucleares. Mas, numa escala mais reduzida, um alto grau de autonomia foi dado a algumas máquinas. O número de sistemas robóticos que podem, de fato, “puxar o gatilho” está aumentando a cada dia. Mesmo assim, os humanos ainda controlam os sistemas e têm a palavra final sobre se um ataque de mísseis deve continuar ou não.

O sistema inteligente e autônomo

No filme, os militares criam a Skynet para reduzir o erro humano e a demora da resposta em caso de ataque contra os Estados Unidos. Quando os controladores humanos percebem o perigo representado pelo sistema, tentam desligá-lo. A rede entende isto como uma ameaça à sua existência e, a fim de destruir seu inimigo, desencadeia um ataque contra a Rússia, provocando uma retaliação. Bilhões de pessoas morrem em um terrível holocausto nuclear. Skynet, em seguida, constrói usinas que fabricam exércitos de robôs para eliminar o resto da humanidade. Na vida real, alguns guardas impediriam um sistema autônomo de ameaçar mais pessoas do que ele é programado para fazer. Sistemas também poderiam ser programados para tomar decisões estratégicas, da maneira que Skynet fez, mas limitadas. “Todos os sistemas que construiremos no futuro terão habilidades específicas”, dizem os especialistas. “Eles serão capazes de monitorar a região e talvez atirar, mas não irão substituir os humanos”. Tomara.
O que os especialistas dizem…

Michael Dyer, engenheiro de computação da Universidade da Califórnia, não é tão otimista. Ele diz que “os seres humanos acabarão sendo substituídos por máquinas” e que isso pode não acontecer de modo pacífico. O progresso incessante da pesquisa de inteligência artificial conduzirá, fatalmente, a máquinas tão inteligentes quanto nós, no próximo século, Dyer prevê que civilizações avançadas chegarão a um ponto de inteligência suficiente para compreender como seu cérebro é feito, e então construirão versões sintéticas de si mesmas. Isso poderia se originar de tentativas de estabelecer nossa imortalidade.

Dyer imagina que outra corrida armamentista do sistema robótico poderia resultar numa das partes ficando fora de controle. “No caso de uma guerra, por definição, o lado inimigo não teria controle sobre os robôs que estariam tentando matá-lo”, ele declarou. Como Skynet, os fabricados podem se revoltar contra os fabricantes. Uma condição de dependência dos robôs também pode fugir do controle. Imaginemos que uma usina que fabrica robôs, e não segue comandos humanos, recebe uma ordem para desligar a fábrica. Mas os robôs se recusam. Então, um comando é emitido pelos seres humanos para paralisar os caminhões de entrega de materiais necessários para a fábrica, mas os motoristas são robôs, e também se recusam. E assim sucessivamente.
Um pouco de inteligência impediria que a humanidade caísse nas armadilhas imaginadas pelos roteiristas de Hollywood. Mas a ambição de lucro das empresas certamente gerará mais automação, e a inteligência quase sempre perde. “Cenários apocalípticos são fáceis de criar e eu não descartaria essa possibilidade”, diz o pesquisador Shlomo Zilberstein. “Mas eu não estou preocupado”, ele completa. E você, caro leitor, está?

Fonte:vocesabia

Debi & Lóide 2


Lançamento 13 de novembro de 2014
Dirigido por Bobby Farrelly, Peter Farrelly
Com Jim Carrey, Jeff Daniels, Kathleen Turner mais
Gênero Comédia
Nacionalidade EUA

Sinopse e detalhes
Mais nova aventura dos inseparáveis Lloyd Christmas (Jim Carrey) e Harry Dunne (Jeff Daniels). Desta vez, Harry descobre que teve uma filha ilegítima, que hoje precisa dele para um transplante de rim. Ele leva o amigo Lloyd para conhecer a garota, e os dois percebem que não têm a responsabilidade necessária para serem pais.

Debi & Lóide 2 Trailer Oficial Dublado (2014) HD

domingo, 21 de setembro de 2014

Primeiro exoplaneta habitável além da Terra


Cientistas da agência especial dos Estados Unidos (Nasa) anunciaram nesta quinta-feira (17) que descobriram o primeiro planeta fora do sistema solar onde pode existir água em estado líquido, o que o torna habitável.

A descoberta reforça a possibilidade de encontrar planetas similares à Terra na nossa galáxia, a Via Láctea, segundo uma equipe internacional de astrônomos liderada por um profissional da Nasa. O trabalho foi publicado na edição desta quinta-feira (17) da revista científica americana Science.

“É o primeiro exoplaneta do tamanho da Terra encontrado na zona habitável de outra estrela”, destaca Elisa Quintana, astrônoma do centro de pesquisas Ames, da Nasa, que ficou à frente da pesquisa.

Nos últimos vinte anos foram detectados cerca de 1.800 exoplanetas, dos quais cerca de vinte orbitam ao redor de sua estrela em uma zona habitável. Mas esses planetas são muito maiores do que a Terra e, por isso, é difícil, devido ao seu tamanho, determinar se são de composição gasosa ou rochosa.

Fonte:bandab